Pular para o conteúdo principal

África do Sul 0x3 Uruguai

Parece que os sul-africanos perderam toda a empolgação do primeiro jogo. Foram apáticos. Ou talvez, esse seja o futebol normal deles.

Diferente foi o Uruguai, que jogou sua melhor partida em muito tempo. Dominou o adversário, marcou o primeiro gol e soube administra a vantagem tranqüilamente. E construiu sua vantagem com naturalidade.

Diego Fórlan teve a maior atuação individual da copa até aqui. Foi um monstro. Foi recuado ao meio, para solucionar o problema da criação das jogadas. E ele não só criou, como ainda concluiu. Luis Suarez também estava em grande noite. E na zaga, Godín teve uma atuação fantástica, parou qualquer tentativa de ataque africano.

O Uruguai está com sua classificação bastante encaminhada, bastará um empate com o México. E só um milagre salvará a África do Sul de ser a primeira anfitriã eliminada na primeira fase.

Comentários

Postagens mais visitadas

Os 27 singles do Oasis: do pior até o melhor

Oasis é uma banda que sempre foi conhecida por lançar grandes b-sides, escondendo músicas que muitas vezes eram melhores do que outras que entraram nos discos. Tanto que uma coletânea deles, The Masterplan, é quase unanimemente considerada o 3º melhor disco deles. Faço aqui então um ranking dos 27 singles lançados pelo Oasis, desde o pior até o melhor. Uma avaliação estritamente pessoal, mas com alguns pequenos critérios: 1) São contados apenas o lançamentos britânicos, então Don't Go Away - lançado apenas no Japão, e os singles australianos não estão na lista. As músicas levadas em consideração são justamente as que estão nos lançamentos do Reino Unido. 2) Tanto a A-Side, quanto as b-sides tem o mesmo peso. Então, uma grande faixa de trabalho acompanhada por músicas irrelevantes pode aparecer atrás de um single mediano, mas com lados B muitos bons. 3) Versões demo lançadas em edições especiais, principalmente a partir de 2002, não entram em contra. A versão White Label de Columbia...

The Who de 1 a 12

Banda londrina surgida no início dos anos 60, o The Who é até hoje um dos conjuntos mais importantes da história. Um quarteto explosivo, com uma base rítmica muito forte e potente. Ao longo de mais de 60 anos de carreira eles gravaram 12 discos de estúdio, lançaram inúmeras coletâneas e gravações ao vivo, porque sempre foi nos shows que o som deles fazia sentido. Abaixo faço uma análise dos trabalhos de estúdio, com adições de algumas coletâneas importantes e grandes registros ao vivo. My Generation (1965) O cartão de visitas do The Who mostra uma banda enérgica, que adora R&B, mas ainda sem encontrar o seu ápice. Há dois covers de James Brown, muitas músicas explorando harmonias vocais à la Motown (aproveitando o fato de que os quatro membros se arriscavam a cantar na época), um single clássico ( The Kids Are Alright ) e, claro, My Generation, música que marcou a história do grupo e virou sua assinatura, com a batida firme e o verso sobre querer morrer antes de envelhecer. Uma ex...

Correspondente de Guerra Contemporâneo

O correspondente de guerra é uma figura quase mítica do mundo jornalístico. Um repórter que é enviado ao campo de batalha para percorrer escombros, fugir de bombardeios, conversar com refugiados e questionar autoridades em busca de informações sobre o conflito que será noticiado. O jornalismo sempre foi a busca objetiva dos fatos e não há maneira melhor de encontrar a notícia do que vê-la de perto. Já o fato de que um dos postos mais prestigiados do jornalismo é ser um cidadão constantemente ameaçado de morte diz muito sobre as misérias da profissão. No entanto, o papel do correspondente tem mudado nos últimos conflitos midiáticos. Não vemos mais Marcos Losekann desviando de mísseis na Faixa de Gaza. A cobertura das guerras atuais diz muito sobre as tendências do jornalismo atual. Primeiro, é preciso levar em conta que o jornalismo é uma profissão que vive em conflito com o mundo da internet. Há uma crise de credibilidade e uma eterna crise financeira, que leva à busca constante pela e...