Uma das carreiras mais prolíficas e erráticas do século XXI. Começo promissor, o meio é titubeante, um breve retorno à forma interrompido por acusações de abuso psicológico. A discografia de Ryan Adams é desafiadora: muitas músicas, muita coisa ruim e algumas pérolas escondidas no meio do caminho. Heartbreaker (2000) Antes de sair em carreira solo, Ryan Adams lançou três discos pelo Whiskeytown, cultuado conjunto de alt-country, que nunca chegou a ser sucesso de público. Em sua estreia solitária, Adams se aproxima do folk e o resultado é mais um disco bem recebido pela crítica. Coeso em sua produção, Heartbreaker peca por ser extremamente extenso e com alguns momentos sonolentos. O destaque fica por conta de Come, Pick Me Up - a melhor música que Adams escreveu em sua vida. A faixa de abertura To Be Young (is to be sad, is to be high) é outro ponto alto, traçando no início a altura do sarrafo que ele poderia alcançar. Como faixa bônus há uma versão ao vivo de uma canção que não poder...
Ao final da última temporada, Lando Norris entrou para a galeria dos campeões mundiais de F1, clube que tem 35 pilotos participantes. Por razões difusas, Norris acabou se tornando odiado em muitos círculos da Fórmula 1 nas redes sociais, alvo preferencial dos fã-clubes de Verstappen e Piastri (?). O que teve de gente falando que ele seria o pior campeão da história não é brincadeira. Mas isso não é verdade. Norris pode não ter aquele brilho de gênios geracionais como Verstappen, Hamilton, Schumacher e etc, mas está longe de ser uma vergonha na lista. Vejamos: Eram piores do que Norris (mas isso não significam que eram ruins. Ninguém vira campeão de Fórmula 1 sendo um Nikita Mazepin da vida) Phil Hill : o norte-americano foi campeão mundial em 1961, ano em que a Ferrari destruiu a concorrência com seu modelo nariz de tubarão. Neste ano Hill fez pole em cinco das oito corridas e venceu duas delas. Estava sendo superado pelo não tão brilhante assim Wolfgang von Trips, até o trágico aciden...