O aniversário do meu filho estava chegando e o meu pai teve a ideia de dar para ele uma miniatura da Ferrari do Charles Leclerc, já que não deve ter nada que meu filho goste mais do que de carrinho, de Ferrari e do Charles Leclerc (coitado). Pois bem, fui no site da Amazon, encontrei um modelo, o prazo de entrega era compatível e comprei. Só no dia seguinte, quando o produto foi enviado, é que eu percebi que eu acabei enviando o carrinho para a casa do meu tio em Florianópolis. Explico, uma vez eu comprei um presente para minha afilhada lá e o endereço ficou salvo. E, por alguma razão, a Amazon achou que esse era o endereço principal de entrega. Eu sempre trocava, mas dessa vez, pelo jeito, esqueci. Tentei falar com atendentes para trocar o destino, mas não foi possível. Aliás, mais do que impossível, eles me deixaram na dúvida, falando que talvez desse certo, talvez não, só me restava esperar. Bem, a loja que vendeu o carrinho ficava em São José. São José, para quem não sabe, é o muni...
Uma das carreiras mais prolíficas e erráticas do século XXI. Começo promissor, o meio é titubeante, um breve retorno à forma interrompido por acusações de abuso psicológico. A discografia de Ryan Adams é desafiadora: muitas músicas, muita coisa ruim e algumas pérolas escondidas no meio do caminho. Heartbreaker (2000) Antes de sair em carreira solo, Ryan Adams lançou três discos pelo Whiskeytown, cultuado conjunto de alt-country, que nunca chegou a ser sucesso de público. Em sua estreia solitária, Adams se aproxima do folk e o resultado é mais um disco bem recebido pela crítica. Coeso em sua produção, Heartbreaker peca por ser extremamente extenso e com alguns momentos sonolentos. O destaque fica por conta de Come, Pick Me Up - a melhor música que Adams escreveu em sua vida. A faixa de abertura To Be Young (is to be sad, is to be high) é outro ponto alto, traçando no início a altura do sarrafo que ele poderia alcançar. Como faixa bônus há uma versão ao vivo de uma canção que não poder...