Escalada no 4-2-3-1, no geral o esquema mais popular de início nessa copa. Goleiro - Bono (Marrocos): Unai Simon levou apenas um gol - dificilmente algum goleiro profissional teria feito pior. Dibu Martínez teve seus momentos, assim como Maignan e Pickford. Mas nenhum goleiro foi tão importante para a posição de chegada do seu time quanto o marroquino. Boa atuação contra a Holanda, grande primeiro tempo contra o Canadá e segurou a França durante muito tempo. Meu titular. Lateral Direito - Pedro Porro (Espanha): Numa copa sem grandes laterais direitos (Hakimi jogou como o melhor do mundo durante bom tempo, mas foi muito mal contra a França), a regularidade do Espanhol joga a favor, inclusive pelos dois gols marcados, sendo um deles na semifinal. Zagueiro - Pau Cubarsí (Espanha): Garoto de 19 anos que joga como um veterano. Tem tudo para se transformar em um monstro da posição. Não foi bem no único gol sofrido pelos espanhóis no torneio, é verdade, mas no geral foi firme e participou da ...
A Argentina entra em campo para sua estreia na Copa. Os atuais campeões e eternos rivais dos brasileiros são no fundo uma incógnita. Tiveram um ciclo tranquilo, mas talvez tranquilo até demais. Não enfrentaram grandes desafios, Messi está prestes a completar 39 anos, passos os últimos três jogando na pouco competitiva MLS. Há a expectativa de que talvez possa vir um fiasco. Mas, não se deve duvidar de Messi. Sobretudo, não se torce contra Messi. Torcer contra Messi é como torcer contra o próprio futebol. É como torcer contra um fenômeno natural, contra a chuva ou contra o vento. Mais do que isso, é torcer contra as certezas da vida. É torcer contra o nascer do sol ou o movimento de rotação do planeta. É torcer contra a Lei da Gravidade. Messi é a 4ª Lei de Newton, é a arte em sua percepção. É tão certo quanto a morte. Previsível como a morte. Improvável como um bilhete premiado na loteria. Mesmo que o tempo seja visível, que a idade não permita as arrancadas da juventude. Que pequ...