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Copa 2014: Oitavas de final, dia 3

França 2x0 Nigéria
Os africanos realizaram seu melhor jogo na Copa do primeiro tempo. Não tiveram medo da França e partiram para cima, controlando a ação do meio de campo - o setor mais forte dos franceses. A França também incomodava e Enyeama fazia mais uma grande atuação. A situação dos azuis só melhorou quando Griezmann entrou no lugar do improdutivo Giroud. A França voltou a crescer no meio, Matuidi e Pogba dominaram o jogo e a França começou a apertar os nigerianos, até Pogba abrir o placar em uma saída errada do ótimo Enyeama. A Nigéria não teve forças para reagir e o segundo gol veio no final, gol contra em boa jogada de Valbuena - o anão mágico - e Griezmann.
Melhor jogador: Paul Pogba.

Alemanha 2x1 Argélia
As duas seleções protagonizaram uma batalha em Porto Alegre, neste que foi o melhor jogo da competição até aqui. Os argelinos mudaram metade da escalação e sugeriram uma atuação defensiva. Engano! Se posicionaram bem na defesa e saíram com muita velocidade, aproveitando a defesa pesada dos alemães. Vahid Halilhodzic é o grande treinador desse mundial, sua equipe joga com uma disciplina tática incrível. Os argelinos atacavam e defendiam de maneira maníaca, mas não conseguiram marcar o gol. Os alemães equilibraram a partida lentamente e começaram a fazer o goleiro Raïs M'Bolhi (meio estabanado, mas muito bom. Se jogasse assim sempre, não estaria no futebol búlgaro) trabalhar. E como ele trabalhou no segundo tempo. Fez pelo menos duas defesas incríveis e outras tantas boas intervenções. A Argélia não abdicou do ataque e fazia Neuer trabalhar muito, como se fosse um líbero. O 0x0 no fim do tempo normal foi uma injustiça do futebol. Erro corrigido logo no começo da prorrogação, quando Schurrle abriu o placar em boa jogada de Thomas Müller, incansável. O jogo seguiu com contornos dramáticos e o final épico, o 2x0 no último lance e o 2x1 depois do último lance ofereceram uma carga dramática. A Alemanha segue na disputa, mas tem que se preocupar com sua defesa pesada e com sua falta de objetividade para finalizar muitas jogadas.
Melhor jogador: Thomas Müller.

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